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21 de maio de 2008

Porque não? (é grátis)

A partir de Maio de 2008, o portal ajudas.com, em parceria com duas empresas - SetCom (distribuição, logística) e Concentra (produtos lúdicos) - oferece um brinquedo adaptado por semana a pessoas com deficiência motora severa, perturbações no desenvolvimento ou com necessidades de intervenção/estimulação precoce e que façam anos nessa semana.

Como, entre muitas outras, as crianças com Spina Bifida e/ou Hidrocefalia podem fazer parte, pelas suas características, do referido grupo, é importante dizer que, se lhes quiser oferecer um brinquedo adaptado às suas necessidades, deve enviar um e-mail para portalajudas@gmail.com, com...

. O nome da criança
. O género (masculino ou feminino)
. A idade
. O nome da mãe
. O tipo de doença/deficiência ou as suas principais dificuldades
. A data de aniversário
. A morada
. O contacto telefónico directo

Porque não? Não custa nada e as crianças agradecem.

fonte: INR

27 de fevereiro de 2008

É hoje sabido que a epilepsia não está necessariamente relacionada com a ocorrência de spina bifida e/ou hidrocefalia (ou com a colocação de válvula). Alguns estudos, como este, demonstram que a epilepsia ocorre em algumas pessoas com spina bifida e hidrocefalia que, uma vez sujeitas a pressão exagerada na cavidade craniana, ficam sujeitas a esta patologia. Mas nem sempre é assim.

No entanto, é importante referir que a Fundação Vodafone e o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO) desenvolveram uma tecnologia móvel que permite o controle e o registo da ocorrência de epilepsia em crianças internadas nos hospitais, tecnologia essa aplicada a doentes que estão a ser objecto de estudo no sentido de se encontrarem respostas cada vez mais adequadas a estas situações.

O sistema (Sistema de Monitorização Remota de Epilepsia Pediátrica) permite, por outro lado, monitorizar os dados em PDA ou computador e, em caso de emergência, avisar os serviços do hospital, registando os dados de uma crise e permitindo uma resposta médica atempada.

O Hospital S. Francisco Xavier e o Hospital Egas Moniz, em Lisboa, são os primeiros hospitais a poder usar esta tecnologia, tecnologia esta que, no futuro, poderá ser usada fora do meio hospitalar.

Em Portugal, segundo alguns dados estatísticos, existirão cerca de 5 casos de pessoas com epilepsia em cada mil habitantes. A cada ano, segundo o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, surgem cerca de 5 mil novos casos de pessoas com epilepsia.


imagem: logos fundação vodafone e CHLO