Mostrar mensagens com a etiqueta 2008. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 2008. Mostrar todas as mensagens

7 de maio de 2008

Concurso “Cartaz 3 de Dezembro de 2008 / Dia Internacional das Pessoas com Deficiência”



O Instituto Nacional de Reabilitação (INR) promove um concurso que tem por objectivo promover o melhor trabalho gráfico respeitante ao Dia Internacional das Pessoas com Deficiência – 3 de Dezembro.

O trabalho premiado será o motivo do cartaz do INR comemorativo do dia para o ano de 2008.
As inscrições estão abertas até ao dia 1 de Julho do corrente ano e os trabalhos deverão ser enviados para a sede do Instituto Nacional de Reabilitação, à Av. Conde de Valbom, 63 - 1069-178, em Lisboa.

Os pormenores do concurso e requisitos exigidos aos trabalhos estão no regulamento do concurso (um documento de fácil leitura). Um dos requisitos prende-se com a necessidade com a necessidade da colocação do logotipo do INR nos trabalhos a concurso. Está mesmo aqui por cima e é só fazer a cópia da imagem.

O prémio: €500. E, como é óbvio, a satisfação pela sua conquista.

fonte e imagem (logo): INR

2 de maio de 2008

Da Jamaica para o Mundo


Pessoas com deficiência: entre 650 a 780 milhões de pessoas no mundo, segundo dados do departamento de estatística das Nações Unidas. 10 a 12% da população mundial. Muita gente, portanto.

Talvez por isso, a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência tenha sido o tratado sobre Direitos Humanos mais rapidamente negociado em toda a história das organizações.
Nada propriamente mau, é certo, mas há que esperar: há que saber, por exemplo, se os 127 países que já assinaram, até à data, o acordo, vão mesmo cumpri-lo.

O tratado será oficialmente ratificado amanhã. No entanto, há ainda que saber se estes 127 países irão assinar um outro tratado internacional – o Protocolo Opcional à convenção. 71 já o fizeram. O Protocolo estabelece a possibilidade de qualquer pessoa – com ou sem deficiência - poder, esgotados os meios nacionais de reivindicação dos seus direitos, recorrer às Nações Unidas de modo a que o tratado não seja apenas um papel com letras. O Protocolo estabelece, ainda, a possibilidade das Nações Unidas verificarem na práctica se a convenção está, de facto, a ser aplicada em cada um dos países que disseram “que sim”.

Uma convenção deste tipo é um documento de princípio, pensada por países em que ainda haverá princípios, que apenas pode ser encarada como útil se servir de base a legislação para cumprir e não apenas, como muito, mas mesmo muito de perto se faz, para decorar.

Um dado interessante: o primeiro país a assinar e a ratificar a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o Protocolo Opcional - fê-lo logo no primeiro dia em que pôde - foi a Jamaica...

fonte: UN

21 de abril de 2008

campanha de sensibilização ASBIHP + novo símbolo


A ASBIHP vai, a partir de hoje, promover oficialmente uma campanha de sensibilização, destinada essencialmente a dar a conhecer o que é a Spina Bifida - tanto do ponto de vista físico como social- e angariar fundos para melhorar a qualidade de vida das pessoas com esta malformação.

Em Lisboa, no Palácio das Galveias, entre comunicação social e responsáveis por este lançamento, será mostrado o novo símbolo da ASBIHP.

É Este.

(nota: sei que não é necessário, mas quero, como afectado, agradecer a todos aqueles que, de uma ou de outra forma, tornaram isto possível - tanto a notícia como a própria campanha. siga a marinha.)

9 de abril de 2008

As Opções


Grandes Opções do Plano para 2008-2009: Em Portugal, este documento, uma espécie de tratado estratégico de intervenção nacional, é proposto pelo Governo vigente e apresentado à Assembleia da República. Uma vez discutido, deve ser apresentado sob a forma de decreto-lei juntamente com outro decreto-lei que o viabilize, digamos assim, financeiramente – o Orçamento de Estado -, até 15 de Outubro do ano económico em que deverá entrar em vigor.

A ASBIHP teve acesso ao documento (inserido na box azul, na coluna esquerda do blog, ao fundo) e gostaria que, fosse quem fosse, se pronunciasse sobre o mesmo, tornando-o, na medida do possível, participado. O ênfase poderá ser dado às questões relacionadas com as pessoas com deficiência, mas não necessariamente: tudo implica, de certa forma, tudo.


Os comentários, a existirem, poderão ser, de preferência, dirigidos ao e-mail da ASBIHP, de forma a que a informação possa ser directamente compilada. No entanto, os comentários via blog serão igualmente válidos.

Uma sugestão: numa época rápida, em que já ninguém tem paciência para ler estas coisas de fio a pavio, um ficheiro em formato pdf pode ser rebuscado à palavra - SHIFT+CONTROL+F, sendo que a palavra pesquisada pode ser, por exemplo, "deficiência"... ;-)

pesquisa: wikipedia

26 de março de 2008

Assembleia Geral 2008


A ASBIHP vai realizar, no próximo Sábado, dia 29 de Março, a sua Assembleia Geral. O início dos trabalhos acontecerá por volta das 15 horas, na Sede da associação, em Lisboa.

19 de fevereiro de 2008

A ASBIHP, em parceria com a IF – Federação Internacional das Associações de Spina Bifida, está a organizar a 19ª Conferência Internacional das Associações de Spina Bifida e Hidrocefalia.

O site relativo a esta conferência, que se realizará de 6 a 9 de Junho de 2008, em Lisboa, num hotel situado no Parque das Nações, está já on line em spina-bifida2008.org (ver coluna direita do blog, por botão de ligação abaixo do logótipo da instituição). Contém informação relativamente detalhada acerca do programa da conferência e da forma de participação no evento, embora hajam ainda pormenores a acertar.

As questões que hajam relacionadas com a conferência, intitulada Drawing Smiles – Towards Adulthood, podem, no entanto, ser colocadas à ASBIHP, pelas formas indicadas no blog ou qualquer outra que se julgar mais conveniente.

imagem: spina-bifida2008.org

7 de fevereiro de 2008


Faço desporto adaptado (que é com quem diz desporto adaptado a pessoas com deficiência) desde 1987, embora conheça pessoas que o façam há muito mais tempo. Sei como é difícil (por vezes, penosa) a carreira de um atleta amador; desde subir quilómetros de montes e vales em cadeiras de hospital até comparecer a jogos de determinada modalidade cancelados por falta de comparência (normalmente, por razões financeiras) por parte dos colegas ou dos adversários, tudo é possível. Tudo foi, infelizmente, sendo aceite, politicamente aceite, em todas as acepções do que o termo politicamente possa plenamente querer dizer.

É difícil mas, por todas as razões do mundo, é gratificante. É, apesar de tudo, uma forma de inclusão.

Há quem trabalhe horas e horas e horas a fio, dias, meses, até anos inteiros para conseguir as marcas olímpicas e, na sua perspectiva, atingir o apogeu: participar nos jogos paralímpicos.

Este ano, sempre em passo acertado com os jogos olímpicos – no tempo e no modo -, irão realizar-se os jogos paralímpicos. Irão participar nestes jogos um número imenso de atletas (em 2004, em Atenas, foram 3086, de 136 países) que deram o seu melhor durante muito tempo e escorreram já muito litros de suor para atingirem as almejadas marcas de passagem.

Mas este jogos ficarão para sempre manchados, na memória dos mais atentos, pelo local em que se irão realizar: Pequim, na República Popular da China, onde os atropelos à dignidade humana e à liberdade das pessoas com e sem deficiência persistem e, em aproximação à realização destes eventos, os próprios atropelos à liberdade se atropelam, se acotovelam, persistem, abundam, crescem, numa tentativa (provavelmente, bem conseguida) de, por uns mediáticos dias, disfarçar o indisfarçável.

Não que Roma (onde tudo começou), Tóquio, Tel Aviv, Heidelberg, Toronto, Stoke Mandeville, Nova Iorque, Seul, Barcelona, Sydney ou Atenas sejam lugares celestiais. Não são. Mas Tóquio também não é.

A human Rights Watch, um entidade independente que luta pela preservação dos direitos humanos no mundo inteiro diz, na voz da sua representante para a Ásia, qualquer coisa como: “A repressão vai crescer até a abertura dos Jogos caso os governos estrangeiros, o Comité Olímpico Internacional (COI) e os comités olímpicos nacionais não advirtam a China de que estas violações põem em perigo o sucesso do evento em agosto”.

Há que lutar.


Aos atletas: há talvez que lutar para fazer um esforço ainda maior que o próprio esforço – um esforço de respeito pelo próximo que é o esforço de não fazer esforço nenhum.


31 de janeiro de 2008


São muitas e de difícil resposta as dúvidas dos alunos com deficiência e dos seus encarregados de educação quanto à integração escolar. Os problemas podem ser vários: desde entrar na escola (a falta de acessibilidades) até sair dela (a falta de aproveitamento), tudo é possível.

Revogando, entre outras, uma lei de 1991, o Decreto-Lei nº3/2008, de 7 de Janeiro, define quais serão (ou, precisando os termos, quais deverão ser...) os apoios especializados dirigidos a pessoas com deficiência na educação pré-escolar e no ensino básico e secundário (ramos público, privado e cooperativo).

Em Portugal, a legislação especialmente dirigida às pessoas com deficiência é extensa mas, na maior parte das vezes, lata (a sua forma de aplicação depende de uma quantidade infindável de outros meios de legislar). De qualquer modo, esta legislação vai permitir saber quais são as formas de melhorar, sendo isso possível - isto é, orçamentável -, a inclusão escolar.

fonte: INR
imagem: bonhney.com.br (adaptado)

9 de janeiro de 2008

Portaria n.º 9/2008, de 3 de Janeiro: é este o diploma que, como habitualmente, define os valores relativos à actualização dos apoios sociais, das pensões e de outras prestações sociais no início de cada ano.

Sabemos, para o caso, que as pessoas com deficiência e suas famílias com rendimentos obtidos por esta via usufruem, na sua generalidade, de prestações dos mais variados tipos, ou por falta de informação ou por ineficácia de um sistema que ainda não chegou, em concreto, às suas necessidades.

No entanto, é importante demorarmo-nos sobre, por exemplo, os valores, já actualizados, relativos ao Complemento por Dependência. Oscilam, consoante o grau e o regime (geral ou não contributivo), entre €81,66 e os €163,72.

Mas há mais.

fonte: INR